sexta-feira, 14 de março de 2014

O PAPEL DO NOVO GESTOR DE PESSOAS

Neste breve artigo descrevo o papel essencial do gestor de Recursos humanos dentro de uma empresa.

Nestes dias, o gestor de pessoas são auxiliares preciosos na definição das regras e estratégias do jogo empresarial.

Consideramos que o Departamento de Recursos Humanos é o coração da empresa e, para que este coração funcione bem carece de ser bem cuidado. Pra que isso seja possível, ou seja, o mister grandioso de manter o coração batendo e batendo bem dentro da empresa, é uma operação que carece estar bem alinhada com todos os outros setores da organização.

Um bom gestor de recursos humanos é como um desbravador, um explorador em meio a floresta íngreme. Com inteligência e jeito vir abrindo caminho no meio da selva em busca de deixar trilhas no caminho e alcançar as clareiras pra acampar. As clareiras aqui podem ser vista como a consciência das pessoas e a selva a presidência da empresa. Antigamente se acreditava que àquela pessoa que ficava lá fazendo a folha de pagamento, a moça do DP  (lembram?) era o departamento de Recursos Humanos. Não é e nunca foi.

Agora com nome e tudo o gestor de pessoas não cuida apenas da folha de pagamento e de dos tramites legais e burocráticos; o  DP é parte do departamento de Recursos Humanos e, nestes dias, sua função gigantesca é migrar pra dentro do coração das pessoas. Pra tal êxodo, ter jeito, educação, respeito e cumprimento das obrigações gerais é um bom começo.
Neste lugar precisam ser mantidos elevados níveis de qualificação, capacidade técnica e de relacionamento.
Neste lugar é por onde se comunica com toda a empresa, onde se desenvolvem ações que "fazem" a cabeça das pessoas. Local que orienta os caminhos a seguir, que ensina a caminhar, que contratam e demitem pessoas,  que planejam e geram ações de orientação profissional, avalia desempenho, pesquisa ambientes, planeja o futuro da empresa e das pessoas.

Ou seja, um local que, quando bem administrado, pode fazer uma grande diferença dentro e fora da empresa.

Pensemos...


Luiz César Hoeckele

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